Archive for: dezembro, 2015

Música: Natal, Natal Chegou

dez 21 2015 Published by under Músicas, Vídeos

Quem escreve poema, com certeza, compõe música. Veja a canção que fiz em homenagem ao Natal. O nome da música é “Natal, Natal Chegou”. Estou aprendendo a tocar violão e a cantar, o caminho é longo e árduo, mas prazeroso. Espero que gostem.

Assista ao vídeo da música:

Música: Natal, Natal Chegou. Autor: Luiz Carlos Marques Cardoso (Bill).

Natal, Natal chegou

Trazendo mensagem de amor.

Que nos renove a paz,

Que traga prosperidade,

Que venha com amizade e pudor.

***

Natal, Natal chegou

Trazendo a palavra do Senhor.

Que o carinho prevaleça,

Que os irmãos cresçam,

Que a bondade vibre com fervor.

***

Natal, Natal chegou

Nas asas do Cristo salvador.

Que nasceu em Belém,

Que morreu na cruz,

Que está em nossos corações em forma de luz.

***

Natal, Natal chegou

Com um sorriso sedutor.

Que temos o presépio,

Que a árvore e a ceia

Que o Papai Noel traga alegria e amor.

***

Natal, Natal chegou…

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Presença Constante

dez 17 2015 Published by under Poemas

Sonhos

Presença Constante

***

Quando te vejo

Por todo o corpo o arrepio

Quando te toco

Relâmpagos reluzem na mente

Quanto te tenho

Aromas pueris emanam de mim

Quando estou longe

Dores fazem-me contrair

Quando me faço em descanso

Os sonhos são logo furtados

Quando tu vais

Trovões ecoam no peito

Quando penso que chegaste

Já te observo partir

Quando não te tinha

Era liberto passarinho

Quando me fizeste apaixonado

Cativo em jaula fiquei

Quando amanhece o dia

Na janela dos olhos apenas ti

Quando não apareces

Perdido estou fora de mim

Quando não mais estiver

Já não mais saberei mais o que fazer.

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Morte e Vida

dez 10 2015 Published by under Crônica, Vídeos

Cachorro e Urubus

Assista ao vídeo Morte e Vida:

Morte e Vida.

Pobre ser que agora dorme eternamente na escuridão do tempo. Ainda há pouco, corria por estes campos fagueiro a latir um e outro transeunte que por aqui perambulavam. Tombou na curva inexplicável dos que tiveram a oportunidade de gozar da vida. Um automóvel em alta velocidade colidiu com o animal, uma pancada seca e mortal, caiu gemendo e uivando. O uivo pouco a pouco foi se extinguindo, devagarzinho. Agonizava esquecido em um canto de estrada a sua dor terminal. De repente, um calafrio forte, os olhos turvaram, o vazio tomou todo o corpo, o mundo apagou-se para sempre. Pronto! Estava tudo acabado. Um ponto final na vida do cão. Será? Seus lindos olhos continuavam a contemplar o infinito, mas já não tinham brilho para visualizar os acontecimentos, estavam mortos. O dia se passou rapidamente. No amanhecer seguinte, urubus faziam giros pelo céu, o cheiro da morte os convidava para um banquete. Um a um foram descendo, em poucos minutos eram dezenas deles a admirarem o cardápio. Eles não viam ali um cachorro morto, enxergavam um deliciosos aperitivo. A primeira ave que se aproximou, chegou pulando, airosa, faminta, gulosa… Os dois olhos do defunto eram como duas uvas sobre o churrasco. Uma bicada forte retirou um dos olhos, outra bicada arrancou o outro. Em pouco tempo a urubuzada caiu em cima em golpes de bico. A vida devorando a morte para continuar viva. Olhando para o cão, morto, desolado, sem forças para reagir, gritei: “Levante daí! Cadê o seu latido raivoso? Cadê toda a sua coragem? Lute! Espante esses seres que estão sobre você”. O cão submisso à força primordial sedia seu corpo. Morto já não sentia mais os efeitos da vida. Seria devorado por completo cumprindo os pareceres naturais da existência. Mesmo morto a sua história ainda continuou um pouco mais, pois se misturou com a saga das aves carniceiras.

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Um Brasil que queremos

dez 02 2015 Published by under Crônica

Queiramos um Brasil forte, virtuoso, digno, amoroso e repleto de paz. Por que persistirmos tanto com os erros? Para que tamanha ganância? Precisamos voltar a sonhar, precisamos fazer germinar o orgulho salutar de um povo altaneiro e brilhante. Quebremos nossos grilhões! Somos um povo castigado pelas próprias imperfeições. Erga, Gigante adormecido! Lutemos por novos ideais. Busquemos com afinco uma fonte límpida para tomarmos da pura água, para que nos purifiquemos desta sujeira que nos cobre todo o corpo. Passamos por momentos tristes, falta-nos ídolos, falta-nos referências, falta-nos virtude… A luz do levantar se encontra nas mãos de cada integrante desta benfazeja e amada Nação. Se todos somarmos energia, se todos darmos as mãos em busca de um propósito, sem dúvida alguma, com toda certeza, conseguiremos a aréola das magistrais estrelas. O caminho é um só, a luz. Queiramos sair desta escuridão em que nos encontramos. Todas as estradas possuem suas intempéries, obstáculos vários, mas todo andarilho carrega em si a missão de vencer sua trajetória até atracar em terra abençoada. As fadigas do nosso dia a dia são frutos da nossa índole preguiçosa, dos nossos pensamentos equivocados de vida, dos nossos sonhos irrealizados ou frustrados. A Pátria chora ferida pelos dardos que sua ilustre população não cansa de atirar. Queiramos bem a nossa Mãe, não sejamos filhos ingratos. Um País justo só será possível com pessoas justas. O horizonte é belo, as benesses que lá nos esperam são doces, não interrompemos a marcha. Avante, Povo guerreiro, que não idolatra os conflitos, que trabalha no simples objetivo de gozar de um pouco de felicidade. O que pretendemos deixar para os nosso filhos e netos? O que adiantará ter dinheiro e não possuir um lar saudável? A Natureza roga por carinho. Paremos um pouco e reflitamos sobre nossos cruéis atos. A felicidade não se encontra nos produtos mundanos, ela vem envolvida pelo sentimento de amor, de carinho e amizade. Busquemos, sim, a felicidade; com a sua companhia poderemos tudo, teremos tudo. Queiramos, amigo, queiramos um Brasil mais justo e melhor.

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